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Audiência: Aline Barros e Fernanda Brum no ‘Domingão do Faustão’

O último domingo dia 27, foi um dia muito especial e marcante para a música gospel brasileira. Pela primeira vez o programa Domingão do Faustão, da TV Globo, um dos programas de auditório de maior importância da televisão brasileira, abriu espaço para a música gospel, recebendo ao vivo Aline Barros e Fernanda Brum.
Para encerrar o momento musical, Fernanda e Aline cantaram a animada “Tudo é Teu”, agitando a plateia. Faustão agradeceu a presença das cantoras e disse que “agora que abrimos a porteira, vocês vêm todo domingo”. A repercussão da participação de Fernanda e Aline na atração já era enorme e se confirmou também no Twitter, com o nome das cantoras entre os assuntos mais comentados no microblog mundialmente, nos chamados “Trending Topics”.
No tempo em que ficaram no palco, a audiência foi a seguinte:

Em dia de superstições, Globo bate recorde na Copa do Mundo


Eleito o melhor em campo pela Fifa, Robinho deu entrevista a Eric   Faria, da Globo (Foto Ivan Alvarado/Reuters)
Em uma transmissão marcada por superstições e informações irrelevantes, a Globo foi premiada com uma audiência recorde nesta Copa do Mundo e ainda conseguiu entrevistar, com exclusividade, dois jogadores da seleção brasileira, sem precisar de autorização do técnico Dunga (o que, provavelmente, não teria).
A transmissão de Brasil x Chile rendeu à Globo 45,8 pontos na prévia do Ibope na Grande São Paulo, seu melhor desempenho até agora no Mundial da África do Sul. A Band registrou 12,7 pontos. No horário da partida, o SBT ficou com 1,7 ponto, a Record, com 1,5 e a Rede TV!, com 0,2.
A superstição deu sorte à Globo também dentro do estádio. Logo após o 3 a 0 do Brasil, o repórter Eric Faria, à beira do campo e com o microfone da Fifa, entrevistou Robinho, o melhor jogador da partida. Em seguida, Tino Marcos falou com Luís Fabiano.
A Globo se preparou para driblar a falta de entrevistas de jogadores. Antes da partida, recebeu Carlos Alberto Parreira. Depois, Galvão Bueno conversou com a mãe e a avó de Kaká, o que transformou o trabalho da emissora em algo “muito mais humano”, nas palavras do animador de transmissões esportivas.
Durante o jogo, no entanto, a Globo deu um show de informações carregadas de superstição ou de relevância muito próxima do zero. Coisas do tipo “a última vez que um jogador do Santos fez gol em Copa o Brasil foi campeão” e “toda vez que Kaká, Luís Fabiano e Robinho começaram jogando, o Brasil ganhou”. Ou “Gilberto Silva superou Pelé e é agora o jogador nascido em Minas Gerais com mais partidas em Copa do Mundo”.
Por: Daniel Castro , R7

Americana que afirma ter sido demitida por ser 'sexy demais' recorre

americanaDebrahlee Lorenzana, 33, apelou a comissão estadual de direitos humanos.
Ela disse que perdeu emprego por causa de suas curvas, mas banco nega.

A americana Debrahlee Lorenzana, que disse ter sido demitida de um emprego em um banco em Nova York porque era "curvilínea demais" e distraía seus colegas homens, reclamou formalmente nesta segunda-feira (28).
Debrahlee, de 33 anos, preencheu uma reclamação formal contra o Citibank na divisão estadual de Direitos Humanos de Nova York.
Ela argumentou que foi vítima de discriminação sexual e depois sofreu retaliação por ter levado o caso a público.
Um porta-voz do Citibank disse que Debrahlee foi demitida porque seu desempenho era ruim, e não pos sua aparência. O banco disse estar seguro de que vai vencer a disputa jurídica.
A mulher também processou o banco. Ela disse que agiu por conta própria, mas também com o objetivo de "evitar que outras mulheres sofram discriminação".
debrah A mulher disse que foi forçada a deixar a empresa, porque seus colegas consideravam que ela chamava muita atenção e provocava distração. Debrahlee destacou que usava roupas comportadas no trabalho, mas seus chefes ainda achavam que ela era muito "sexy".
Ela começou a trabalhar no Citibank em setembro de 2008. Pouco tempo depois, segundo o processo, seus chefes Craig Fisher e Peter Claibourne começaram a fazer comentários inapropriados e sexistas sobre sua aparência e suas roupas.
Debrahlee afirmou que Fisher e Claibourne chegaram a aconselhá-la a evitar determinadas peças, como roupas muito justas. Ela chegou a se queixar com o banco, destacando que outras funcionárias usavam trajes parecidos e vestidos bem mais provocativos.
De acordo com a ação, a mulher apresentou uma queixa formal ao departamento de recursos humanos do banco em maio do ano passado e pediu transferência para outra área. No entanto, ela não conseguiu a transferência de imediato e foi afastada de algumas de suas funções.
Ela acabou transferida em julho, mas o relacionamento não melhorou na nova área. Ela acabou demitida em agosto. Debrahlee disse que, entre as razões para sua demissão, o banco alegou que ela usava roupas "inapropriadas".