O MPE (Ministério Público Eleitoral) enviou recurso em que pede que o ministro Hamilton Carvalhido do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) reveja sua decisão de liberar registro de candidatura para Marcelino Ayub Fraga (PMDB), que pediu para participar destas eleições, concorrendo ao cargo de deputado estadual no Espírito Santo. Para o MPE, Fraga está inelegível com base na lei da Ficha Limpa por ter renunciado ao cargo de deputado federal em 2006, quando escapou de uma cassação. Caso Carvalhido insista em não rever sua posição, o MPE pede que o plenário do TSE avalie o caso. Ainda de acordo com o Ministério Público Eleitoral, o motivo da renúncia de Marcelino Ayub Fraga foi a publicação de um relatório da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) na Câmara dos Deputados que apurava fraudes na compra de ambulâncias e equipamentos médico-hospitalares, caso que ficou conhecido como a “CPMI das Sanguessugas”. (R7)
This is default featured slide 1 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
This is default featured slide 2 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
This is default featured slide 3 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
This is default featured slide 4 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
This is default featured slide 5 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
Para promotor do caso Tiririca, campanha do candidato foi feita com desigualdade
07:27
No comments
O promotor eleitoral Maurício Antonio Ribeiro Lopes, que questionou a validade da candidatura do deputado federal eleito Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, afirmou que a campanha do candidato foi feita com desigualdade. “A campanha não foi feita com o homem, mas com o personagem. Queria ver ele sem fantasia.” O promotor afirma que está preparado para comprovar que Tiririca é analfabeto, com um “arsenal de conhecimento” formado para o caso. Ao comentar os ataques que recebeu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou ser uma “cretinice” o processo contra Tiririca, e “um desrespeito com os 1,3 milhão de eleitores dele”, Maurício Lopes crava que “a maioria não pode tudo numa democracia, a maioria não está acima da lei, que vale para todos. Não é por ter tantos votos que a pessoa está acima da lei”. (Folha)
A estranha montanha-russa salarial do PSC na Câmara
07:26
No comments





