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Debate/TV Aratu: Mendes fala de escândalos de Geddel no BANEB e Geddel devolve falando que Mendes teve nome envolvido nas Transcons

No segundo bloco do debate, os candidatos Marcos Mendes (PSOL) e Geddel Vieira Lima (PMDB) trocaram acusações. Marcos Mendes falou que quando Geddel foi diretor do BANEB, em 93, teve denúncias sobre sua gestão a frente de uma diretoria do banco não explicadas e que parentes seus teriam enriquecido de forma inexplicada. Geddel disse que talvez tenha sido o político baiano mais investigado e que nada foi provado contra ele. O peemedebista devolveu a acusação dizendo que é preciso ter cuidado com acusações, porque, em matéria recente, Marcos Mendes teve seu nome citado na questão da Máfia dos Transcons. Mendes pediu direito de respota, mas este não foi concendido. (Thiago Ferreira)

Lula: “vamos derrotar jornais e revistas que têm candidato”

Em discurso bem humorado e, ao mesmo tempo, irritado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a imprensa brasileira na cobertura das eleições, referindo-se às denúncias contra a campanha de Dilma Rousseff (PT), durante comício com a presidenciável e o candidato ao governo de São Paulo Aloizio Mercadante (PT) em Campinas. “Vamos derrotar jornais e revistas que se comportam como partidos políticos”. Lula acrescentou: “jornais e revistas que têm candidato e não têm coragem de dizer que têm candidato”. “Não são democratas e pensam que são democratas. Democrata é este governo que permite que lhe façam o que eles entenderem… Porque não sou eu que vou censurá-los. É o telespectador, é o ouvinte e o leitor que vai censurar aquilo que presta e aquilo que não presta”, afirmou Lula. Nesse momento, a plateia – estimada pelos organizadores em 15 mil pessoas – começou a gritar: “Olê, olê, olê, olá… Lula, Lula…”. O presidente ainda ironizou o nome da revista Veja. “Ouvi dizer de algumas revistas que vão sair esta semana. Sobretudo em uma, que eu não sei o nome dela. Parece ‘óia’. Nordestino falaria ‘óia’”, brincou. “Ela destila ódio e mentira!”. Leia mais no Terra.

Cresce número de brasileiros que acha mais fácil encontrar trabalho

Nos últimos cinco anos, nunca pareceu tão fácil para o brasileiro achar um emprego como agora. Sondagem conjuntural da Fundação Getúlio Vargas (FGV), feita mensalmente em mais de 2 mil domicílios de sete das principais capitais no País, mostra que 10,9% dos entrevistados acham que hoje é fácil encontrar um emprego. É o maior índice já registrado desde que a pesquisa começou a ser feita, em setembro de 2005. Em dezembro de 2006, por exemplo, esse número era de apenas 0,3%. Na outra ponta, a fatia dos brasileiros que consideram difícil encontrar emprego bateu nos níveis mais baixos da série. Em agosto, data da pesquisa mais recente, o número chegou a 52,2% dos entrevistados. Há um ano, estava em 71,8%, depois de ter atingido o pico de 88,1% em setembro de 2006. “O resultado é incrível”, diz o coordenador de sondagens conjunturais da FGV, Aloisio Campelo Júnior. “Em cinco anos, o resultado que a gente obtém com a mesma pergunta mudou radicalmente.” Leia mais em A Tarde.